Os ensaios em bacias sanitárias

As bacias sanitárias são responsáveis pelo maior consumo de água em uma residência e a instalação de equipamentos economizadores em pontos de grande consumo pode reduzir significativamente o volume de água. Dessa forma, a melhor escolha é usar bacia sanitária com caixa acoplada e que cumpra a norma técnica. O modelo antigo, com válvula de descarga na parede, consumia, em média 18 litros de água, volume muito maior que o necessário. E esse consumo pode ser infinitamente maior se o usuário mantiver a válvula de descarga apertada, como é o hábito de muita gente. Agora, as bacias já são fabricadas para o acionamento de válvulas de 6 litros.

bacia1Da Redação –

Atualmente, a água é um recurso natural limitado. A população aumenta dia a dia e as fontes de água doce de boa qualidade vêm diminuindo a um ritmo preocupante. Assim, toda medida que diminua o consumo de água é bem-vinda e os sistemas de descarga sanitária são responsáveis por boa parte do consumo de edifícios residenciais.

As antigas bacias sanitárias necessitavam de grandes volumes de água de descarga, podendo chegar a 15 litros ou mais a cada acionamento da válvula de descarga. Em muitos países desenvolvidos a preferência sempre foi pelos sistemas de descarga por caixa acoplada, que gasta um volume pequeno e fixo de água. No Brasil, entretanto, o sistema mais usado até hoje é o de válvula de descarga.

Mas as coisas estão mudando por aqui também. A exemplo do que acontece no primeiro mundo, em 1997, com a finalidade de reduzir o consumo d’água nas instalações sanitárias, foi estabelecida uma norma com os novos limites máximos de utilização de água para a limpeza de bacias sanitárias.

Até o ano de 1999 as bacias sanitárias utilizadas no Brasil poderiam consumir até 12 litros de água de descarga por ciclo. A partir do ano de 2000 o limite máximo de utilização d’água por bacias sanitárias e a partir de 2002 o teto é de 6 litros, nível este que já é adotado pelos países da Europa e nos USA.

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Para que se possa estabelecer e controlar o volume do consumo de água das bacias sanitárias é necessário que a descarga seja provida de uma caixa de descarga, que por sua própria natureza só pode liberar volumes de água de acordo com o volume do seu reservatório. Isto porque é impossível, na prática, controlar o volume de descarga liberado por válvulas fluxíveis.

Entretanto, o esforço dos fabricantes de metais e louças sanitárias logrou desenvolver modelos que, quando combinados e instalados adequadamente, permitem que a norma de 6 litros por descarga seja cumprida até mesmo usando bacias sanitárias com limpeza por válvula de descarga.

Assim, as bacias sanitárias com caixa acoplada vem com uma opção bem inteligente, que economiza ainda mais água. Trata-se do duplo acionamento, de três ou seis litros, para resíduos líquidos ou sólidos, respectivamente. Com esse sistema, pode-se economizar até 60% de água a cada descarga ao escolher a quantidade ideal de vazão. Ou seja, nas reformas ou na construção, não se deve pensar e sempre optar por esse modelo. Economiza-se no bolso e no consumo de água.

A NBR 16727-1 de 05/2019 – Bacia sanitária – Parte 1: Requisitos e métodos de ensaio especifica os requisitos para as bacias sanitárias (convencionais, com caixa acoplada e integrada) fabricadas em qualquer material, destinadas à instalação em sistema predial de água potável. A NBR 16727-2 de 05/2019 – Bacia sanitária – Parte 2: Procedimento para instalação especifica os requisitos e condições mínimas para as instalações de bacias sanitárias. Não se aplica à instalação de bacia turca. Para o caso de bacias sanitárias destinadas a portadores de necessidades especiais, ver a NBR 9050. As figuras e dimensões mencionadas não desprezam as informações fornecidas pelo fabricante.

As bacias sanitárias devem atender aos requisitos estabelecidos quando submetidas a uma descarga com 6,8 L produzida pela própria caixa de descarga (no caso de bacia sanitária com caixa acoplada ou integrada), pela válvula de descarga ou pela caixa de descarga convencional (no caso de bacia sanitária convencional). As bacias sanitárias convencionais de baixa energia devem ser ensaiadas com dispositivos de descarga de baixa energia ou universais (regulados para baixa energia).

As bacias sanitárias de alta energia devem ser ensaiadas com dispositivos de descarga de alta energia ou universais (regulados para alta energia). As bacias sanitárias universais devem ser ensaiadas com dispositivos de descarga de alta energia e com dispositivos de descarga de baixa energia. As bacias sanitárias com caixa acoplada que possuem mecanismo de duplo acionamento devem atender aos requisitos especificados.

Além dos requisitos especificados neste documento, as caixas de descarga (acopladas e integradas) devem atender aos requisitos especificados na NBR 15491. As válvulas de descarga utilizadas nos ensaios devem atender aos requisitos especificados na NBR 15857. Para a realização dos ensaios de funcionamento das bacias sanitárias, o ajuste hidráulico da bancada de ensaios deve ser realizado conforme o Anexo A.

Os ensaios para verificação do funcionamento nas bacias sanitárias convencionais devem ser realizados com volume médio de descarga compreendido entre 6,5 L e 7,1 L. O ensaio deve ser realizado conforme o Anexo B. A média do ensaio de volume de água consumido por descarga para as bacias sanitárias com caixa acoplada ou integrada, em cada condição de pressão do ensaio, deve estar compreendida entre 5,8 L e 7,1 L. O ensaio deve ser realizado conforme o Anexo B.

Os ensaios de funcionamento das bacias sanitárias com caixa acoplada ou integrada devem ser realizados com volume de água compreendido entre 5,8 L e 7,1 L. Caso na realização do ensaio de volume de água seja obtido um valor fora da faixa normativa, este deve ser regulado para dentro da faixa especificada para a realização dos demais ensaios de funcionamento. O fecho hídrico do sifão da bacia sanitária deve ter altura mínima de 50 mm.

A reposição do fecho hídrico realizada pelo sistema provedor de água instalado a montante da bacia (válvula, caixas, etc.) deve resultar em uma altura maior ou igual a 50 mm em cada repetição de ensaio. O ensaio deve ser realizado conforme o Anexo C. A média do número de esferas removidas da bacia deve ser no mínimo 80. O ensaio deve ser realizado conforme o Anexo D.

A média da soma dos comprimentos dos segmentos remanescentes deve ser igual ou inferior a 50 mm e nenhum dos segmentos individuais remanescentes de cada repetição deve ser superior a 13 mm. O ensaio deve ser realizado conforme o Anexo E. A média do número de grânulos visíveis no poço da bacia deve ser no máximo 125 (5%), e a média da quantidade de esferas de náilon visíveis no poço não pode ser superior a 5 (5%). O ensaio deve ser realizado conforme o Anexo F.

A média do número de respingos que ultrapassam o plano de transbordamento da bacia deve ser no máximo 8. Devem ser considerados apenas respingos com diâmetro (ou outra dimensão preponderante) maior ou igual a 5 mm. O ensaio deve ser realizado conforme o Anexo G.

A bacia sanitária deve transportar as esferas ao longo do ramal de descarga por uma distância média maior ou igual a 10,0 m. O ensaio deve ser realizado conforme o Anexo H. O número de mídias removidas da bacia na primeira descarga nas três melhores repetições do ensaio (o pior resultado é desprezado) deve ser de no mínimo 22.

Em cada uma das três melhores repetições do ensaio, as mídias que não forem removidas na primeira descarga devem ser totalmente removidas na segunda descarga. O ensaio deve ser realizado conforme o Anexo I. Uma bacia sanitária com caixa acoplada ou integrada que possui mecanismo de descarga de duplo acionamento deve atender também aos requisitos estabelecidos, quando submetida a uma descarga parcial produzida pela própria caixa.

As bacias sanitárias com caixa acoplada ou integrada que possuem mecanismo de descarga com duplo acionamento devem ser ensaiadas com volume total dentro da faixa especificada e devem atender a todos os requisitos. O volume de água consumido na descarga parcial deve ser no máximo igual a 2/3 do volume obtido conforme Anexo B. O resultado do ensaio é o valor médio resultante das medições de volume efetuadas. O ensaio deve ser realizado conforme o Anexo J.

Os ensaios de funcionamento das bacias sanitárias com caixa acoplada ou integrada, quando acionadas para a descarga parcial, devem ser realizados com volume de água compreendido dentro da faixa especificada. Caso na realização do ensaio de volume de água seja obtido um valor fora da faixa normativa, deve-se regular o mecanismo para a máxima regulagem possível que produza um volume igual ou inferior a 2/3 do volume de descarga total para a realização dos ensaios de troca de água e reposição do fecho hídrico na descarga parcial.

A solução remanescente no poço da bacia sanitária deve apresentar diluição inferior a 1/17 (diluição da solução-padrão) em todas três repetições. O ensaio deve ser realizado conforme o Anexo K. Após cada descarga parcial, verificar a reposição do fecho hídrico, de modo que sua altura seja sempre maior ou igual a 50 mm. O ensaio deve ser realizado conforme o Anexo C.

As bacias sanitárias devem resistir à carga de 2,2 kN sem apresentar fissuras, rachaduras, deformações, vazamentos ou outros sinais que indiquem que a resistência mecânica da bacia sanitária é insuficiente para suportar a carga aplicada. O ensaio deve ser realizado conforme o Anexo L.

Adicionalmente, para bacias sanitárias de corpo plástico ou metálico, a deflexão residual máxima após a retirada da carga não pode ser maior que 10 mm. Os corpos de prova moldados a partir do composto empregado na fabricação da bacia sanitária devem apresentar resistência após o envelhecimento em câmara ultravioleta de condensação (C-UV) por 500 h.

O valor da resistência obtido no ensaio de impacto de Charpy deve ser igual ou superior a 70% do valor obtido antes do envelhecimento. O ensaio deve ser realizado conforme o Anexo M. Este requisito é aplicável apenas para as bacias sanitárias de corpo plástico.

A superfície acabada da bacia sanitária não pode ser afetada por produtos agressivos. O ensaio deve ser realizado conforme o Anexo N. A superfície esmaltada não pode apresentar nenhum sinal de gretamento. O ensaio deve ser realizado conforme o Anexo O. Este requisito é aplicável apenas para as bacias sanitárias de material cerâmico.

O valor máximo da absorção de água, obtido a partir da média de três resultados, deve ser menor ou igual a 0,50%. O ensaio deve ser realizado conforme o Anexo P. O valor do empenamento no plano de transbordamento de bacias sanitárias deve ser no máximo 10 mm. O ensaio deve ser realizado conforme o Anexo Q.

O valor do empenamento na superfície de assentamento de bacias sanitárias deve ser no máximo 3 mm. O ensaio deve ser realizado conforme o Anexo Q. O sifão das bacias sanitárias deve deixar passar livremente uma esfera rígida com diâmetro de (40 + 0,25) mm. As bacias sanitárias devem atender às dimensões especificadas na tabela abaixo (dimensões normativas).

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Caso a bacia sanitária possua dimensões em planta padronizadas, deve atender também às dimensões constantes na tabela abaixo (dimensões padronizadas). Caso a bacia sanitária não possua dimensões em planta padronizadas, deve ser informado o modelo do assento sanitário específico, não ficando vinculado o atendimento às dimensões da tabela abaixo (dimensões padronizadas).

A bacia sanitária deve permitir que o conjunto formado pela tampa e anel do assento sanitário permaneça em repouso na posição aberta. A dimensão A3 (dimensão de afastamento da caixa de descarga à parede) deve ser verificada depois de posicionar o eixo da saída de esgoto em relação à parede acabada na dimensão estabelecida por A2.

A dimensão A5 (largura do corpo da bacia turca) deve ser medida na altura do plano de transbordamento (considerando apenas a superfície plana de apoio dos pés) e no meio da distância longitudinal do bojo. A dimensão A10 (dimensão do furo de fixação do assento até a extremidade do plano de apoio do assento) deve ser medida na superfície plana de apoio do assento.

A dimensão A11 (largura do corpo) deve ser medida na altura do plano de transbordamento (considerando apenas a superfície plana de apoio do assento) e no meio da distância entre os furos de fixação do assento à frente da bacia. A dimensão A16 (dimensão do furo de fixação do assento até o ponto de apoio da tampa do assento na caixa) deve ser medida com a tampa da caixa acoplada na condição de instalada, conforme instrução do fabricante.

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Deve ser marcado, de forma legível e permanente, em região visível após a instalação, a marca ou o nome do fabricante. O modelo da bacia sanitária deve ser marcado, de forma legível e permanente, em local visível após a instalação, o nome ou o número do modelo. A inscrição de consumo de água na bacia sanitária deve ser feita com o volume nominal de 6 litros por fluxo (LPF), de forma legível, permanente e próximo à logomarca.

As instruções para instalação e operação devem ser fornecidas, junto com a peça ou por meio de folheto atualizado e amplamente divulgado, instruções sobre a instalação do produto, inclusive indicando os elementos de fixação adequados. Além disso, devem ser indicadas as instruções de regulagem e manutenção que se fizerem necessárias. Uma forma típica de divulgação ampla é por meio eletrônico.

A bacia sanitária deve conter a data de fabricação, com no mínimo mês e ano, marcada de forma legível e permanente. Os defeitos superficiais devem ser avaliados considerando as seguintes diretrizes: não apresentar risco de segurança sanitária ou física do instalador ou usuário; não afetar a utilidade da bacia sanitária; maior dimensão do defeito; quantidade de defeitos por região; quantidade de defeitos em uma mesma janela de inspeção; capacidade de visualizar o defeito a uma determinada distância da superfície da bacia sanitária.

A iluminação ambiental para observação dos defeitos superficiais deve ser parcialmente difusa, proveniente da luz do dia, suplementada, se necessário, com luz artificial também difusa, de modo que, próximo da superfície a ser inspecionada, resulte em um iluminamento de pelo menos 1,0 klx no nível de transbordamento. Quanto à instalação, deve-se verificar se todos os pontos de utilização de água e de coleta de esgoto necessários para instalação da bacia sanitária estão disponíveis e de acordo com as instruções para instalação e operação fornecidas pelo fabricante.

Todo produto sanitário deve ser cuidadosamente manuseado, antes, durante e após sua instalação e até que o trabalho esteja completo e aceito. Produtos sanitários não podem ter outra utilização que não as quais são destinadas, como estoque de ferramentas ou materiais, ou como suporte de plataformas.

As operações de transporte, armazenamento e manuseio não podem danificar o produto. A bacia sanitária e seus componentes complementares devem ser armazenados em sua embalagem original, em local limpo, protegido de intempéries e sobre uma superfície plana e isenta de irregularidades que possam causar quaisquer tipos de dano ou desgaste. Caso seja necessário, o empilhamento deve ser feito conforme as especificações do fabricante.

A bacia sanitária e seus componentes complementares devem ser verificados antes de sua instalação. Caso seja constatado que a bacia ou quaisquer componentes apresentam danos ou desgaste, estes devem ser descartados. Recomenda-se que a bacia seja verificada no ato de recebimento. Não pode ser executada nenhuma furação na bacia, com exceção daquelas existentes na peça ou apontadas conforme a NBR 16727-1.

As bacias devem ser instaladas tomando-se como referência o centro da saída de esgoto, conforme o seu tipo (ver Anexo B). Após a realização dos furos de fixação, deve-se efetuar a limpeza destes e realizar a vedação com material à base de silicone. A bacia sanitária deve estar em conformidade com a NBR 16727-1.

As instruções de instalação do fabricante devem ser seguidas durante todo o processo de instalação, desde que estas estejam de acordo com os requisitos descritos neste documento. No caso da necessidade de componentes específicos para a instalação do produto, estes não podem ser substituídos por outros, mesmo que estes possuam a mesma natureza.

O procedimento de instalação dos aparelhos sanitários deve ser executado por profissional capacitado ou qualificado, conforme a NBR 15932. Recomenda-se que o instalador seja capacitado pelo fabricante d o produto instalado. A possível interferência com elementos construtivos e decorativos, a exemplo de rodapés, deve ser observada antes do início da instalação.

Os componentes complementares utilizados para a instalação da bacia devem estar em conformidade com suas respectivas normas técnicas. O mecanismo de descarga utilizado deve estar em conformidade com sua respectiva norma técnica. As caixas de descarga devem estar em conformidade com a NBR 15491 e as válvulas de descarga devem estar em conformidade com a NBR 15857.

Os lavatórios de uso com colunas de sustentação devem ser fixados à parede para assegurar a inexistência de deslocamento horizontal e consequente giro sobre a coluna, causando sua queda. Os lavatórios fixados à parede sem coluna de sustentação devem utilizar dispositivos que assegurem a sua segurança. Deve-se tomar cuidado quanto à parede, para que haja resistência suficiente para resistir aos esforços provenientes do engaste, evitando-se fixar os lavatórios em vazios de tijolos ou blocos.

Os lavatórios de sobrepor ou de embutir devem ter a vedação assegurada entre as superfícies de contato entre o lavatório e o tampo onde é instalado. Nos lavatórios de embutir, devem ser tomados cuidados especiais para a sua fixação no tampo. A altura de instalação do lavatório deve obedecer à indicação do fabricante, quando informada.

A ligação do lavatório para a tubulação de esgoto deve ser efetuada utilizando-se componente que proporcione vedação de possíveis vazamentos durante o funcionamento da peça. Deve-se tomar cuidado para não obstruir os canais do extravasor com o vedante da válvula de escoamento, quando existir. O fabricante deve fornecer ou indicar claramente todo o material necessário, como parafusos, garras, buchas, etc.

É permitida a utilização de arruelas de material sintético para evitar o contato direto entre o metal e a superfície da peça. Os bidês devem ser assentados diretamente ao piso. Pode ser utilizada uma massa de cimento branco na proporção 1:6 para o rejunte entre a peça e o piso. Podem ser utilizados vedantes à base de silicone, juntas de PVC ou outros materiais equivalentes, sempre seguindo as orientações do fabricante.

A ligação do bidê para a tubulação de esgoto deve ser efetuada utilizando-se componente que proporcione vedação de possíveis vazamentos durante o funcionamento da peça. Deve-se tomar cuidado para não obstruir os canais do extravasor com o vedante da válvula de escoamento, quando existir. O fabricante deve fornecer ou indicar claramente todo o material necessário, como parafusos, garras, buchas, etc.

É permitida a utilização de arruelas de material sintético para evitar o contato direto entre o metal e a superfície da peça. Os tanques de uso com colunas de sustentação devem ser fixados à parede para assegurar a inexistência de deslocamento horizontal e consequente giro sobre a coluna, causando sua queda. Os tanques fixados à parede, com e sem coluna de sustentação, devem utilizar dispositivos que assegurem a sua segurança. A parede deve ter resistência suficiente para resistir aos esforços provenientes do engaste, evitando-se fixá-lo em vazios de tijolos ou blocos.

Deve-se tomar cuidado para não obstruir os canais do extravasor com o vedante da válvula de escoamento, quando existir. O fabricante deve fornecer ou indicar claramente todo o material necessário, como parafusos, garras, buchas, etc. É permitida a utilização de arruelas de material sintético para evitar o contato direto entre o metal e a superfície da peça.

Para se fazer o acabamento (rejuntamento) entre o piso (ou parede) e a peça, pode ser utilizada uma massa de cimento branco na proporção de 1:6, vedantes à base de silicone, juntas de PVC ou outros materiais equivalentes, sempre seguindo as orientações do fabricante. Depois de instalado, verificar o nivelamento do aparelho sanitário com um nível de bolha. O aparelho sanitário não pode se movimentar quando submetido a forças aplicadas em suas extremidades.

Os pontos de estanqueidade visíveis no aparelho sanitário não podem apresentar vazamentos ou exsudações. Os pontos ocultos, como algumas conexões com ponto de esgoto ou saída d’água, devem ser verificados enchendo o aparelho sanitário de água e observando se aparecem vazamentos ou exsudações. Executar a inspeção visual no aparelho sanitário instalado, para verificar a existência de irregularidades, como, por exemplo, a ocorrência de fissuras ou quebras e se a fixação do aparelho sanitário está adequada e perfeitamente segura.



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