Publicado em 17 Mar 2020

O desempenho dos lápis

Redação

Entre 1500 e 1565, um depósito do mineral grafita foi descoberto perto da paróquia de Borrowdale, Cumbria, Inglaterra. A substância parecia ser uma forma de chumbo e, consequentemente, foi chamada de plumbago, a palavra latina para minério de chumbo. O material podia ser facilmente serrado em palitos e os habitantes locais descobriram que era muito útil para marcar as ovelhas. O depósito de Cumbria foi o único depósito de grafita em grande escala já encontrado nessa forma sólida e até o final do século 18 esse depósito permaneceu a única fonte de grafita para os lápis, permitindo à Inglaterra manter o monopólio da grafita sólida usada até por volta de 1860. Segundo a Faber-Castell, os primeiros lápis foram feitos artesanalmente. Um entalhador de móveis cortou a madeira e esculpiu um talho para servir de apoio para a grafita. Os usuários de lápis eram principalmente carpinteiros e artistas. Depois do rápido aumento de preço da grafita, durante o período das guerras napoleônicas, a mistura da grafita com o barro foi desenvolvida em princípios do século XIX. A grafita foi pulverizada e misturada com barro úmido. As varas finas talhadas foram queimadas e embebidas em óleo ou cera. Atualmente, os lápis são trabalhados a partir de tábuas de sarrafo. Cada par de tábuas produz até dez lápis convencionais. Deve-se conhecer os requisitos mínimos de desempenho de lápis (grafite e cor) destinados a escrita, desenho e pintura, durante as condições previsíveis de uso.

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Da Redação – 

Um lápis pode ser definido como uma mina revestida por materiais) como madeira, polímero, papel, formando um único corpo. A mina é o núcleo de um lápis que, quando em atrito com um substrato, fica depositado nele. A grafita ou grafite é um mineral macio e flexível, com dureza baixa, entre 1 a 2 na escala de Mohs, que pode ser riscado pela unha. A grafita é altamente refratária, e é o melhor condutor térmico e elétrico entre os não metais e, também, é quimicamente inerte. A grafita natural é largamente distribuída na natureza em rochas ígneas, sedimentares, metamórficas e em meteoritos de ferro-níquel.

 



O principal uso da grafita é na tradicional indústria de refratários, em tijolos de alta temperatura e revestimentos utilizados na produção de metal, cerâmica, petroquímica e indústrias de cimento. Além desse segmento, a grafita é utilizada nos lápis, geralmente misturada com caulinita, em eletrodos, escovas de polimento, lubrificantes, reatores, cadinhos, baterias, na ind...

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