Publicado em 10 Nov 2020

A segurança básica dos monitores de gás respiratório

Redação

Um monitor de gás respiratório (MGR) de desvio transporta uma porção dos gases respiratórios do local de amostragem pelo tubo de amostragem ao sensor, o qual é remoto em relação ao local de amostragem. A transmissão dos dados do MGR para outro equipamento EM ou sistemas EM para fins específicos, incluindo auxílio de decisão, de registro de controle e dados é problemática, devido à utilização das interfaces e protocolos proprietários. Deve-se definir o conjunto mínimo de parâmetros mensurados, parâmetros de identificação de equipamento e configurações de equipamento que convém que estejam disponíveis para transmissão, se o MGR estiver conectado a uma interface de dados de produto para saúde externa. A normalização de um conjunto mínimo de parâmetros e configurações permite maior interoperabilidade entre o MGR e os sistemas externos, assim permitindo novas aplicações e paradigmas que podem aumentar a segurança do paciente e melhorar o cuidado ao paciente como uma parte de um sistema de analgesia do paciente controlado. Não é destinado definir um modelo específico de informações do dispositivo para a sua comunicação. A família ISO/IEEE 11073 de normas define tais modelos e inclui requisitos para dispositivos específicos; no entanto, nenhum modelo para MGR existe neste momento. Outra abordagem divide o espaço de cuidados à saúde em domínios. Um dos domínios, o domínio IHE Dispositivo de Cuidado ao Paciente (DCP), por meio da utilização de normas existentes, como HL7 e vocabulários de linguagem clínica, como os Nomes e Códigos Identificadores de Observação Lógicas (LOINC), é descrito como fornecendo um quadro de referência para a integralidade dos produtos para saúde para a iniciativa de cuidados à saúde. Este quadro de referência, em combinação com os quadros de referências, específicos do dispositivo, tem definido transações para o intercâmbio de conjuntos de observações de dispositivo com sistemas de informações clínicas. Um MGR em utilização clínica fornece parâmetros, dados de identificação e configurações por meio da parte para entrada/saída de sinal. No entanto, os dados têm sido transmitidos primariamente, utilizando interfaces e protocolos proprietários. Ajudar a divulgar a interoperabilidade dos MGR à normalização aumentada desta interface é desejável. Deve-se categorizar logicamente os dados que podem ser transmitidos ou recebidos como parâmetros, informações de identificação, configurações, especificações de configurações, dados de monitoramento de serviço e dados de alarme. Em adição a estas categorias e tipos de dados, os fabricantes são incentivados a alavancar a parte para entrada/saída de sinal para permitir maiores capacidades do MGR, incluindo a utilização de algoritmos inteligentes que podem residir no MGR e que podem ajustar seus algoritmos ou exibir configurações baseadas em informações recebidas externamente. Com a proliferação dos MGR com desempenhos e características variadas, torna-se cada vez mais importante para o cuidado clínico determinar a adequação do MGR para uma aplicação clínica em particular. Até o momento, isto é apenas determinado pelos cuidadores, com base em seu conhecimento do equipamento e requisitos da aplicação. Dado que os requisitos para uma aplicação como um controlador de ciclo repetido (seja um autônomo ou um clínico fornecendo a análise volumétrica) dependem das especificidades do dispositivo, como a média do tempo, precisão do sensor, resposta e atraso do tempo, a determinação da aplicabilidade do dispositivo pode ser desafiadora para o cuidador comum. No entanto, se o MGR fornecer estas informações por meio da parte para entrada/saída de sinal, a determinação da aplicabilidade pode ser realizada pela consulta das configurações do equipamento, configuração e especificações.

Da Redação – 

Um MGR gera uma condição de alarme quando detecta mais do que um agente anestésico halogenado no gás respirado. Isto auxilia a identificar os vaporizadores de preenchimento cruzado e a detectar uma falha nos sistemas de “travamento” do vaporizador. Múltiplos gases anestésicos em uma mistura podem também ocorrer quando agentes são deliberadamente alterados durante o curso da anestesia.

Duas condições de alarme monitorando os requisitos foram estabelecidas. Uma condição de alarme de baixa prioridade é requerida para um MGR com identificação automática de agentes halogenados individuais em uma mistura de gás contendo mais do que um agente halogenado, e quando o CAM total é menor do que 3. Para um MGR que não possa quantificar automaticamente os níveis de gás de agentes halogenados individuais, mas que possa detectar quando uma mistura está presente, a condição de alarme é requerida para ser no mínimo de média prioridade.

Estes requisitos suportam alteração de agentes halogenados sem criar falsos sinais de alarme. Os valores de concentração alveolar mínima (CAM) são definidos como sendo os valores listado...

Target

Facilitando o acesso à informação tecnológica