Publicado em 14 jul 2026

A medição da qualidade das bordas do papel cortado para escritório

Redação

Os papéis para escritório se diferenciam pelo formato (tamanho), gramatura (peso e espessura) e textura (acabamento). A escolha correta garante a qualidade das impressões, evita atolamentos nos equipamentos e transmite a imagem profissional desejada pela empresa. Compreender os principais conceitos de papelaria corporativa envolve conhecer as medidas, os pesos e as aplicações de cada tipo de folha. Existem especificações normativas para um método de ensaio de avaliação da qualidade da borda cortada de papel formatado para uso em escritório. São aplicáveis a papéis do tipo descrito na NBR NM-ISO 216, assim como a outros papéis de escritório formatados, destinados a impressão e obtenção de cópias.

Da Redação – 

Para escolher o papel ideal, o primeiro passo é pensar na finalidade e nos resultados desejados. Para impressões, por exemplo, é comum optar por papéis com boa absorção de tinta e gramatura média. Já para embalagens, resistência e durabilidade são essenciais, favorecendo os papéis mais espessos.

Quando estética e acabamento são prioridade, como em convites ou projetos artísticos, textura, brilho e cor fazem toda a diferença. Além da finalidade, outros fatores importantes são o tipo de impressão, já que certos papéis são melhores para jato de tinta; e outros, para laser. Os tamanhos são padronizados mundialmente pela norma ISO 216, que organiza os formatos mais comuns.

A qualidade da borda é a medição do grau de irregularidade das bordas do papel guilhotinado ou cortado com facas circulares. O grau de irregularidade é expresso como um valor numérico. Os papéis cortados em formato para uso em escritório são os com gramatura na faixa de 60 g/m² a 150 g/m², usados para escrever e/ou usados em vários dispositivos para impressão e obtenção de cópias.

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Artigo atualizado em 01/07/2026 04:39.
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