Os dispositivos de proteção contra surtos dos sistemas de baixa tensão
Redação
Um dispositivo de proteção contra surtos (DPS) deve conter pelo menos um componente não linear destinado a limitar os surtos de tensão e a escoar as correntes de surto. Deve ser um conjunto completo, com meios de conexão apropriados. Há ensaios de segurança e desempenho dos dispositivos de proteção contra surtos (DPS), existindo três classes de ensaios. Os de Classe I são destinados a simular as correntes conduzidas parciais de descargas atmosféricas conduzidas. Os DPS submetidos aos métodos de ensaio de Classe I são geralmente recomendados para os locais de alta exposição, por exemplo, na entrada das linhas nas edificações protegidas pelos sistemas de proteção contra as descargas atmosféricas. Os ensaios de Classe II ou III correspondem às durações de impulsos mais curtos. Os DPS são, na medida do possível, ensaiados de acordo com o princípio da caixa preta. Também há princípios de seleção e aplicação dos DPS nas situações práticas. Os requisitos normativos são aplicáveis aos dispositivos de proteção contra os efeitos diretos e indiretos das descargas atmosféricas ou contra as sobretensões transitórias. Estes dispositivos são projetados para serem conectados aos circuitos de corrente alternada em 50/60 Hz e aos equipamentos de tensão nominal até 1.000 V eficazes. São definidas características de desempenho, métodos normalizados de ensaio e valores nominais aplicáveis. Estes dispositivos contêm pelo menos um componente não linear e são utilizados para limitaros surtos de tensão e para escoar as correntes de surto.

Um dispositivo de proteção contra surtos (DPS) conectado a um sistema de energia de baixa tensão deve proteger os componentes eletrônicos sensíveis contra picos de tensão repentinos e perigosos (surtos).Esses dispositivos são classificados para 1.000 volts ou menos. Eles funcionam detectando o excesso de tensão e desviando-a momentaneamente para o terra com segurança, antes que possa danificar os equipamentos conectados.
O tipo 1 é conectado permanentemente para proteger os níveis de isolamento do sistema elétrico contra surtos externos causados por raios ou manobras no banco de capacitores da concessionária. O tipo 2 é conectado permanentemente para proteger os componentes eletrônicos sensíveis e as cargas baseadas em microprocessadores contra energia residual de raios, surtos gerados por motores e outros eventos de surto gerados internamente. Por fim, o tipo 3 que são os dispositivos de ponto de utilização que incluem dispositivos de proteção contra surtos (DPS) com conexão por cabo, de conexão direta e de tomada.
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