Publicado em 15 set 2026

A inteligência artificial amplia a eficiência, mas não substitui a confiança nas relações

Redação

A capacidade de processar grandes volumes de dados em poucos segundos, identificar padrões e reduzir riscos operacionais trouxe ganhos significativos para instituições financeiras e clientes. O problema surge quando a busca por eficiência faz com que a tecnologia deixe de apoiar as pessoas para passar a substituí-las em interações que exigem sensibilidade, contexto e capacidade de interpretação.

Rodrigo Grossi – 

A inteligência artificial deixou de ser uma promessa futurística e inalcançável para se tornar parte da rotina do mercado financeiro. Ela está presente na concessão de crédito, na prevenção a fraudes, na análise de dados, no atendimento automatizado e na personalização de produtos.

De acordo com dados divulgados pela Febraban Tech 2025, 80% dos bancos utilizam IA generativa em suas operações internas. Trata-se de uma evolução inevitável, que vem tornando os processos mais ágeis, seguros e eficientes.

Ao mesmo tempo, esse avanço também impõe um desafio que merece atenção: como preservar a confiança nas relações em um ambiente cada vez mais automatizado? Não há dúvidas de que a inteligência artificial representa um salto importante para o setor.

A capacidade de processar grandes volumes de dados em poucos segundos, identificar padrões e reduzir riscos operacionais trouxe ganhos significativos para instituições financeiras e clientes. O problema surge quando a busca por eficiência faz com que a tecnologia deixe de apoiar as pessoas para passar a substituí-las em interaçõ...

Artigo atualizado em 31/08/2026 05:04.
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