Publicado em 11 ago 2026

Amplificar a inteligência humana com IA virou uma vantagem competitiva

Redação

Vive-se hoje a era das organizações cognitivas, na qual transformar informação em capacidade de decisão virou estratégia de sucesso, independentemente da área e negócios. E, neste sentido, associar a inteligência humana com a IA do jeito certo pode fazer toda a diferença.

Andrea Feres – 

Por muito tempo, o desafio das organizações foi tornar a informação acessível. Hoje, o desafio é outro: transformar informação em capacidade de decisão.

Essa mudança de foco está inaugurando uma nova etapa da evolução empresarial, na qual a inteligência artificial (IA) deixa de ser apenas uma ferramenta de automação para se tornar parte da inteligência operacional das organizações. É o início da era das organizações cognitivas.

A transformação é mais profunda do que parece. Nas últimas décadas, empresas investiram bilhões na digitalização de processos, integração de sistemas e modernização de operações.

O resultado foi a criação de organizações mais conectadas, eficientes e orientadas por dados. Ainda assim, a inteligência permanecia concentrada nas pessoas, responsáveis por interpretar informações e tomar decisões.

Com o avanço da IA Generativa e dos agentes autônomos, essa lógica começa a mudar. A capacidade de analisar cenários, identificar padrões, aprender continuamente e recomendar ações passa a fazer parte da própria estrutura organizacional.

Os númer...

Artigo atualizado em 28/07/2026 09:20.
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