Publicado em 30 Mar 2021

Como ser uma empresa environmental, social and corporate governance (ESG)

Redação

O ESG não se trata apenas de uma ação de marketing e de vender uma imagem positiva. Na verdade, é uma forma de repensar todo o negócio, suas soluções e sua forma de lidar com todos os envolvidos, indo além dos interesses dos acionistas pelo lucro imediato ou dos executivos pelo bônus do próximo ano, considerando também colaboradores, clientes, fornecedores, sociedade e outras partes interessadas. É preciso entender que há limites, recursos naturais finitos e impactos diretos e indiretos de todas as ações feitas. É agir com ética e respeito com as pessoas, as organizações e o planeta. Ter o patrocínio da alta direção é fundamental para a iniciativa ESG tomar corpo na organização. A visão, a estratégia, os processos e as priorizações, tudo é impactado por um programa ESG. E se isto não acontece é porque o programa não é efetivo e, infelizmente, ainda há muitos deste tipo. Não é fácil ter uma atuação holística e completa, pois requer investimentos, amplo envolvimento, atuação multidisciplinar, integração, coordenação e coerência.

Jefferson Kiyohara – 

As organizações que estão atentas às demandas do mercado e dos stakeholders sabem da importância dos pilares ESG (ambiental, social e governança) e de ser sustentável. É fato que há uma nova onda acontecendo e muitas organizações têm buscado informações a respeito. Mas, enfim, por onde começar?

O primeiro ponto relevante é entender as motivações da empresa e alinhar as expectativas. Não se cria um programa de sustentabilidade da noite para o dia, assim como não existe um kit pronto que pode ser aplicado em qualquer organização e rodar no dia seguinte. Se existir, é um programa de fachada, que não traz benefícios reais. Isso porque a cultura requer tempo para ser moldada, as pessoas levam tempo para incorporar uma nova forma de pensar e trabalhar e os processos precisam ser adequados para esta nova realidade.

Outro ponto inicial importante é ter claro que o rating ou relatório é consequência, já que a organização só pode ser avaliada ou fazer reporte de ações que já existam. Logo, não é possível começ...

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