Publicado em 06 Jul 2021

A auditoria remota aumenta a competitividade no setor de TI

Redação

Apesar da flexibilização, as auditorias remotas devem continuar seguindo os mesmos critérios do modelo presencial, tais como análise de documentos, entrevistas com os responsáveis, avaliação do processo de produção, bem como uma implementação antecipada de tecnologias de comunicação integrada para garantir que todos os testes sejam realizados à distância. Embora a norma ISO 19011 não contemple auditorias de terceira parte, ou comumente conhecidas como auditorias de certificação, a norma ISO/IEC 17021-1, que regulamenta essa atividade, também autoriza a aplicação remota, desde que estabelecidos alguns critérios de segurança, tais como controle operacional, preparação do plano e um processo de abertura e encerramento.

Mayara Zunckeller – 

A possibilidade de realizar auditorias remotas em sistemas de gestão da segurança da informação, prevista na última atualização publicada pelo Fórum Internacional de Acreditação (IAF), em 2018, começou a ser amplamente utilizada no Brasil em 2020, com o início da crise sanitária global. Com a revisão da norma ISO 19011, no mesmo ano, o método permitiu às empresas brasileiras continuarem inovando e oferecendo ao mercado sistemas confiáveis, principalmente em tempos em que a tecnologia foi considerada salvaguarda para a sobrevivência de muitas delas, se aperfeiçoou e, mesmo após a pandemia, não deve retroceder.

Um estudo do Registro Internacional de Auditores Certificados (IRCA) estima que no prazo de três a cinco anos, 30% das formações de auditores serão focadas em auditoria remota. As previsões também apontam que há espaço para que pelo menos um terço das atividades de auditoria seja realizada à distância, por meio da utilização de sistemas comuns, como Skype for Business, Webex ou Zoom.

Apesar...

Target

Facilitando o acesso à informação tecnológica