O equilíbrio entre low-code, no-code e código para uma automação inteligente
Redação
É importante equilibrar o uso de low-code, no-code e código tradicional na automação empresarial. Baldin defende que não existe uma solução única, enquanto o código oferece flexibilidade e controle, o low-code/no-code garante agilidade e democratiza a automação ao permitir que áreas de negócio criem soluções sem depender totalmente da TI. O segredo está em entender o contexto e o propósito antes de escolher a ferramenta. Ele alerta ainda para a necessidade de governança para evitar o caos de automações dispersas e destaca que o verdadeiro valor está em alinhar tecnologia, pessoas e estratégia, criando uma cultura digital sustentável e colaborativa.

Fernando Baldin –
Nos últimos anos, a automação deixou de ser um diferencial para se tornar uma necessidade estratégica nas empresas. Porém, à medida que novas ferramentas surgem, especialmente as plataformas low-code e no-code, cresce também o debate sobre qual é o melhor caminho para automatizar processos com eficiência e sustentabilidade.
A resposta, como quase tudo em tecnologia é: depende. Há uma tentação natural de buscar soluções absolutas “tudo deve ser low-code” ou “o código puro é sempre mais robusto”, mas essa visão ignora o contexto.
Existem processos em que o código ainda é insubstituível pela flexibilidade, desempenho e controle que oferece. Em contrapartida, há outros em que a velocidade e a simplicidade do low-code ou no-code se tornam vitais para responder às demandas do negócio.
O segredo está em entender a natureza do problema antes de decidir qual ferramenta usar para resolvê-lo. É inegável que o low-code e o no-code democratizaram o acesso à automação, eles permitem que profissionais de negócio, que conhecem profundamente as regras e fluxos operacionais, consigam construir soluções sem d...