Publicado em 06 jan 2026

As causas da doença chamada difteria

Redação

É uma doença transmissível e causada pela bactéria Corynebacterium diphtheriae que atinge as amígdalas, faringe, laringe, nariz e, ocasionalmente, outras partes do corpo, como pele e mucosas. A presença de placas na cor branco-acinzentada nas amígdalas e partes próximas é o principal sintoma da difteria. Dependendo do tamanho e de onde as placas aparecerem, a pessoa pode sentir dificuldade de respirar. Em casos mais graves, porém raros, podem aparecer inchaços no pescoço e gânglios linfáticos.

A difteria é uma infecção bacteriana grave causada pela bactéria Corynebacterium diphtheriae. As principais causas da difteria incluem a infecção bacteriana que pode liberar uma toxina que afeta os tecidos do corpo, especialmente as vias respiratórias.

A doença é transmitida de pessoa para pessoa, geralmente através de gotículas respiratórias quando uma pessoa infectada tosse ou espirra. Também pode ser transmitida pelo contato com superfícies contaminadas.

A falta de vacinação é um dos principais fatores de risco para a difteria. A vacinação com a vacina DTPa (difteria, tétano e coqueluche) é crucial para a prevenção.

A difteria é mais comum em áreas com alta densidade populacional e condições de higiene inadequadas. Crianças não vacinadas ou que não completaram o esquema vacinal estão em maior risco.

A toxina diftérica pode causar complicações graves, como problemas respiratórios, danos ao coração e ao sistema nervoso. A vacinação é a principal forma de prevenção contra a difteria, e é recomendada para crianças e adultos, com reforços periódicos.

Os principais sintomas da difteria, que surgem geralmente após seis dias da infecção, são a membrana grossa e acinzentada, cobrindo as amígdalas e podendo cobrir outras estruturas da garganta; dor de garganta discreta; gânglios inchados (linfonodos aumentados) no pescoço; dificuldade em respirar ou respiração rápida em casos graves; palidez; febre não muito elevada; e mal-estar geral. Algumas pessoas podem apresentar sintomas leves ou até mesmo não ter nenhum tipo de sinal da doença.

O diagnóstico da difteria é clínico, após análise detalhada dos sintomas e características típicas da doença por um profissional de saúde. Para confirmação do diagnóstico, o médico deverá solicitar coleta de secreção de nasofaringe para cultura. Em casos de suspeita de difteria cutânea (na pele), devem ser coletadas amostras das lesões da pele.

Artigo atualizado em 30/12/2025 09:09.
Imagem Rodapé

Target

Facilitando o acesso à informação tecnológica