Os aspectos ambientais no projeto de produtos

Na era da produção em massa, quando todas as atividades tendem a ser planejadas em detalhes, o projeto de um produto se tornou um instrumento pelo qual a humanidade forja o mundo em que os seres humanos vivem. O alcance deste instrumento também se estende claramente à gestão problemas ambientais. Ao examinar os principais conceitos da ecologia industrial, é possível considerar a interpretação desses conceitos no contexto do projeto de processos e produtos industriais. O projeto, consistindo essencialmente de material de moldagem e fluxos de energia para satisfazer as necessidades da humanidade, torna-se um processo de transformação quando as necessidades que o geram são contextualizadas nos padrões e fluxos dos sistemas naturais, assimilando os princípios organizadores da biosfera.

ambiental2Da Redação –

A análise dos principais fatores, que influenciam a eficiência ambiental de sistemas industriais, permite a identificação dos contextos mais apropriados para uma intervenção de projeto de produtos voltada para a proteção ambiental. Em particular, pode-se destacar a importância da concepção de produtos e processos na eficiência do trabalho, reciclagem de materiais e prevenção da poluição. Devido ao seu grande potencial, portanto, o projeto se tornou um dos fatores mais influentes no desenvolvimento de sistemas e processos de produção sustentáveis.

Uma compreensão completa do potencial e da responsabilidade que a vasta tipologia das intervenções de projeto tem em relação à questão ambiental tem demorado a chegar. Embora primeiro tenha sido dada atenção à influência necessária dos sistemas socioecológicos sobre o projeto técnico no início dos anos 1960, a transição de um projeto para necessidades para um projeto para o meio ambiente começou no início dos anos 70.

De fato, este período viu as primeiras ideias que, partindo de diferentes pontos de vista, levantaram decisivamente a questão ambiental e sublinharam seus efeitos revolucionários sobre a estrutura do projeto convencional. Dessa forma, voltou para um contexto da cultura do projeto voltado para a ecologia industrial e às consequentes oportunidades de reutilização, remanufatura e reciclagem de matérias primas.

Partindo de diferentes pontos de vista, de caráter econômico e social, vários especialistas destacaram aspectos semelhantes, com uma clara ênfase na fase de projeto sobre a importância de avançar para a otimização dos sistemas de produção, promovendo o princípio de obter o máximo bem-estar com o menor consumo possível de recursos. Isso gerou a necessidade de difundir uma percepção correta da questão ambiental entre os consumidores, fundamental para a promoção de uma produção industrial voltada a limitar a obsolescência dos produtos e a incentivar a sua reciclagem.

Dessa maneira, a definição de um projeto para o meio ambiente, que pelo menos inicialmente não era claramente unívoca, evoluiu nos últimos anos. Primeiramente apresentado de forma reducionista como uma abordagem de projeto voltada para a redução de resíduos industriais e a otimização do uso de materiais, adquiriu posteriormente uma dimensão mais adequada.

Passou a manter a atenção necessária na gestão de resíduos e recursos, integrando uma visão sistêmica claramente inspirada nos princípios da ecologia industrial, o que pode ser entendido mais completamente como um processo de projeto que deve ser considerado para conservar e reutilizar os escassos recursos da Terra. Assim, o consumo de energia e material deve ser otimizado, o mínimo de resíduos deve ser gerado e a saída de fluxos de resíduos de qualquer processo pode ser usada como matéria-prima para outro.

Em última análise, o projeto voltado para o meio ambiente pode ser definido como uma metodologia voltada para a redução sistemática ou eliminação dos impactos ambientais implicados em todo o ciclo de vida de um produto, desde a extração de matérias primas até o descarte. Esta metodologia baseia-se na avaliação dos impactos potenciais ao longo de todo o processo do projeto.

Além de seu objetivo primário específico e sua orientação para o ciclo de vida, ele é caracterizado por dois outros aspectos: um nível duplo de intervenção, tanto nos produtos como nos processos e uma ação proativa da intervenção, com base no pressuposto da maior eficácia de intervir no início do processo de desenvolvimento do produto, ou seja, nas fases iniciais do projeto.

O tema central que unifica as várias experiências do projeto voltado para o meio ambiente pode ser identificado no objetivo comum de reduzir o impacto ambiental de um produto durante todo o seu ciclo de vida, desde o projeto até o descarte. O conceito de redução do impacto ambiental não se limita à simples quantificação e minimização de impactos diretos no ecossistema. Pelo contrário, neste contexto, deve ser entendido em termos mais amplos, como a melhoria do desempenho ambiental que inclui uma gama mais articulada de aspectos

Um deles seria a redução de desperdícios, permitindo uma utilização mais eficiente dos recursos e uma diminuição dos volumes de resíduos e, de um modo mais geral, uma redução do impacto associado à gestão de resíduos. Igualmente, uma ótima gestão de materiais, consistindo no seu uso correto com base no desempenho requerido, na sua recuperação ao final da vida útil do produto e na redução de materiais tóxicos ou poluentes.

Somado a isso a otimização de processos de produção, consistindo no planejamento de processos que são energeticamente eficientes e resultam em emissões limitadas. Uma melhoria do produto, com especial atenção ao seu comportamento durante a fase de uso, para reduzir o consumo de recursos ou a necessidade de mais recursos adicionais durante sua operação.

Com essas premissas, parece claro como o projeto voltado para o meio ambiente também se torna uma ponte conectando duas funções tradicionalmente separadas: o desenvolvimento da produção e a gestão ambiental. O objetivo seria o de colocar essas duas funções em contato e dar destaque aos problemas do ciclo de vida de um produto que são frequentemente ignorados.

Não podem ser esquecidas as questões correlacionadas como a avaliação do impacto ambiental de produtos e processos, a escolha de materiais e processos, a desmontagem do produto ou subsistemas, a extensão e a otimização da vida útil, a recuperação no final da vida através da reutilização de componentes e reciclagem de materiais. O projetista deve se lembrar de reduzir o uso de materiais, usando recicláveis, reduzindo as substâncias tóxicas ou poluentes, maximizar o número de componentes substituíveis ou recicláveis e reduzir as emissões e o desperdício nos processos de produção.

Aplicando essas diretrizes em relação às principais fases do ciclo de vida do produto, como regra geral, é possível obter informações úteis e explorar todo o conjunto de oportunidades ambientais para uma intervenção ecoeficiente no processo de projeto e desenvolvimento de um produto. A ABNT ISO/TR 14062 de 05/2004 – Gestão ambiental – Integração de aspectos ambientais no projeto e desenvolvimento do produto descreve os conceitos e as práticas usuais correntes relativas ao projeto do produto e seu desenvolvimento, onde produto é entendido como bens e serviços. É aplicável ao desenvolvimento de documentos de setores específicos.

Na verdade, todos os produtos, isto é, todos os bens e serviços, causam impactos no meio ambiente, podendo ocorrer em qualquer um ou em todos os estágios do ciclo de vida do produto, quais sejam: aquisição de matéria prima, fabricação, distribuição, uso e disposição. Esses impactos podem ser ou não ser significativos, podem ser de curta ou longa duração, e podem ser locais, regionais e/ou globais.

O interesse dos clientes, usuários, desenvolvedores e outros está aumentando em relação aos aspectos e impactos ambientais dos produtos. Este interesse é refletido nas discussões entre empresas, consumidores, organizações governamentais e não governamentais relacionadas a desenvolvimento sustentável, ecoeficiência, projeto para o meio ambiente, administração de produtos, acordos internacionais, tratados comerciais, legislação nacional, governamental ou setorial baseadas em iniciativas voluntárias. Este interesse é também refletido na economia de vários segmentos do mercado que reconhecem e obtêm vantagens destas novas abordagens de projeto de produto.

Essas novas propostas podem resultar na melhoria da eficiência dos processos e no uso dos recursos, no potencial de diferenciação do produto, na redução da carga regulatória, da responsabilidade potencial e na redução de custos. Além disso, a globalização dos mercados, mudanças de fontes, fabricação e distribuição influenciam toda a cadeia de suprimentos e, portanto, resultam em impacto no meio ambiente.

Mais organizações estão se conscientizando de que existem benefícios substanciais na integração dos aspectos ambientais no projeto e desenvolvimento do produto. Alguns destes benefícios podem incluir redução de custos, estímulo à inovação, oportunidades de novos negócios e melhoria na qualidade dos produtos.

Prever ou identificar os aspectos ambientais de um produto durante o seu ciclo de vida pode ser complexo. É importante considerar sua função dentro do contexto do sistema onde será utilizado. O aspecto ambiental de um produto deve também ser ponderado com outros fatores, tais como o desempenho funcional pretendido para o produto, a saúde e a segurança, o custo, a aceitação de mercado, a qualidade e os requisitos legais e regulatórios.

O processo de integração dos aspectos ambientais no projeto e desenvolvimento do produto é contínuo e flexível, promovendo criatividade e maximizando inovações e oportunidades para a melhoria ambiental. Como base para esta integração, as questões ambientais podem ser contempladas nas políticas e estratégias da organização envolvida.

Identificações e planejamentos prévios permitem que organizações tomem decisões efetivas sobre os aspectos ambientais que controlam e entendam melhor como essas decisões podem afetar os aspectos ambientais controlados por outros, por exemplo, na aquisição de matéria-prima ou nos estágios de final de vida do produto. Esse relatório técnico é indicado para todos aqueles envolvidos no projeto e desenvolvimento de produtos, independentemente do tipo, tamanho, localização e complexidade da organização, e para todos os tipos de produtos, sejam novos ou modificados.

Foi elaborado para todos aqueles diretamente envolvidos no projeto de produto e processo de desenvolvimento e para aqueles responsáveis pela política e/ou pelo processo de tomada de decisão. A informação contida pode também atender às partes interessadas que não estão diretamente envolvidas no projeto de produto e processo de desenvolvimento.

A meta da integração dos aspectos ambientais no projeto e desenvolvimento do produto é a redução dos impactos ambientais adversos do produto por todo o seu ciclo de vida. No esforço para atingir esta meta, vários benefícios podem ser obtidos para a organização, sua competitividade, seus clientes e outras partes interessadas.

Os benefícios potenciais podem incluir: redução de custos, pela otimização do uso de materiais e energia, processos mais eficientes, redução da disposição de resíduos; estímulo à inovação e à criatividade; identificação de novos produtos, por exemplo, a partir de materiais descartados; atingir ou superar as expectativas dos clientes; melhoria da imagem da organização e/ou marca; incremento da fidelidade do cliente; atração de financiamento e investimento, particularmente de investidores ambientais conscientes; aumento da motivação dos empregados; incremento do conhecimento sobre o produto; redução de infrações legais por meio da redução de impactos ambientais; redução de riscos; melhoria das relações com as agências reguladoras; melhoria das comunicações internas e externas.

Integram os aspectos ambientais no projeto e no desenvolvimento do produto normalmente consideram as seguintes questões relacionadas ao produto: as integrações prévias, por exemplo, as que contemplam previamente os aspectos ambientais no projeto de produto e processo de desenvolvimento; o ciclo de vida do produto, por exemplo, a análise desde a aquisição da matéria-prima até o fim de vida do produto (ver figura abaixo); a funcionalidade, por exemplo, como um produto se ajusta adequadamente aos propósitos para os quais ele se destina em termos de usabilidade, vida útil, aparência, entre outros; o conceito de critérios múltiplos, por exemplo, considerações de todos os impactos e aspectos ambientais relevantes; as trocas compensatórias, por exemplo, na busca de melhores soluções.

O processo de integração dos aspectos ambientais no projeto e desenvolvimento do produto pode ser iniciado tanto pela alta administração (de cima para baixo) como pelos designers e os desenvolvedores do produto (de baixo para cima). Na prática, ambos os casos podem funcionar simultaneamente. Independentemente da função comercial que deu início ao processo, o apoio da alta administração é necessário para se obter um efeito significativo nas atividades do projeto do produto e de desenvolvimento, na organização.

As ações da alta administração são necessárias para permitir a efetiva implementação dos procedimentos e programas. Isto inclui a alocação de recursos financeiros e humanos suficientes, bem como tempo para as atividades envolvidas na integração dos aspectos ambientais no projeto e no desenvolvimento do produto. Um programa de integração efetivo compromete os atores que estejam envolvidos no projeto e no desenvolvimento do produto, tais como os designers e desenvolvedores de produto, especialistas em marketing, produção, meio ambiente, procuradores, prestadores de serviços, assim como clientes ou seus representantes.

O sucesso da integração dos aspectos ambientais no projeto e desenvolvimento do produto em uma organização é incrementado pelo envolvimento das disciplinas pertinentes e funções organizacionais, tais como projeto, engenharia, marketing, qualidade, aquisição, prestação de serviços etc. Estas competências muitas vezes envolvem várias pessoas, dependendo do tamanho da organização. O propósito é garantir que todas as atividades relevantes de negócios contribuam e estejam comprometidas com a melhoria ambiental, desde os estágios iniciais do projeto e do processo de desenvolvimento, permanecendo assim envolvidas em todas as etapas do processo, incluindo o lançamento comercial e a análise crítica do produto.

As tarefas-chave e os participantes das atividades de negócios, envolvidos na integração dos aspectos ambientais no projeto e desenvolvimento do produto, podem incluir: pesquisa e implementação de soluções criativas no projeto e desenvolvimento do produto (profissionais de planejamento de produto, de desenvolvimento e designers); documentação dos aspectos e impactos ambientais, investimento e fornecimento de alternativas para tecnologias existentes e planejadas, por exemplo, aquisição e uso da matéria prima, componentes/subconjuntos e materiais, bem como o gerenciamento de resíduos (profissionais em meio ambiente); comunicação com fornecedores, varejistas, clientes, recicladores e receptores finais (profissionais em meio ambiente); coleta e documentação dos dados de materiais e componentes-subconjuntos e informação aos fornecedores sobre os requisitos ambientais da organização (gerentes de compra); investigação e disponibilização de informações sobre a viabilidade técnica de projetos, fabricação, materiais ou processos alternativos; checagem da viabilidade técnica do processo produtivo do fornecedor ou do final de vida do produto (engenheiros e técnicos de gestão); estabelecimento de uma diretriz para sistemas de medição ambiental baseada em produtos anteriores etc. (gestão); ampliação da conscientização ambiental por meio de treinamento e educação (profissionais em meio ambiente e de treinamento de pessoal); considerar e acompanhar a evolução da legislação, das regulamentações ambientais, das atividades da concorrência e das necessidades dos clientes, disponibilizando informações estratégicas relativas ao desenvolvimento do produto e atribuição de preço ao produto final (gerentes de assuntos regulatórios, de marketing e de marca).

A gestão da cadeia de suprimentos trata das interações com fornecedores, empresas de transporte, clientes, varejistas, gerenciadores de resíduos e agentes de fim de vida. Estas interações estão sujeitas a variações à montante ou à jusante dependendo da influência da cadeia de suprimentos. A comunicação efetiva pode aumentar a cooperação, reduzir mal-entendidos e influenciar ações das organizações na cadeia de suprimentos.

Outras tarefas que podem ser associadas com a gestão da cadeia de suprimentos são: aumentar as informações ambientais e a conscientização dos fornecedores e clientes; especificar e discutir os requisitos ambientais para organizações, dentro da cadeia de suprimentos (por exemplo, o uso dos padrões dos fornecedores ou de sistemas de medição ambiental); avaliar o desempenho ambiental dos fornecedores; redesenhar os produtos, baseando-se nas preferências ambientais dos clientes; estabelecer programas de reutilização e reciclagem de embalagens, materiais, componentes/subconjuntos ou do produto como um todo; envolver fornecedores nos programas ambientais.

Os produtos podem ter diversos aspectos ambientais (por exemplo, emissões e consumo de recursos) que resultem em impactos ambientais (por exemplo, poluição do ar, da água e do solo e mudanças climáticas). Os impactos ambientais de um produto são em grande parte determinados pelas entradas e saídas de materiais e energia, geradas em todos os estágios do seu ciclo de vida.

Se o produto for um serviço, estes impactos geralmente são relacionados aos produtos físicos utilizados na prestação do serviço. Os impactos ambientais podem ser amplamente influenciados pelas ações da (s) organização (ões) e pelo (s) uso (s) individual(ais) do produto. A figura abaixo mostra alguns impactos ambientais associados ao ciclo de vida dos produtos.

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As entradas recaem normalmente dentro de duas amplas categorias: material e energia. As entradas de material estão associadas a diversos aspectos ambientais, por exemplo, o uso dos recursos, a exposição de seres humanos e sistemas ambientais a agentes contaminantes, as emissões atmosféricas, o lançamento de efluentes na água e no solo e a geração e acúmulo de resíduos.

As entradas de energia são necessárias na maioria dos estágios do ciclo de vida de um produto. As fontes de energia incluem combustíveis fósseis e biomassa, resíduos sólidos, energia nuclear, hidroelétrica, geotérmica, solar e eólica. Cada fonte de energia possui aspectos ambientais identificáveis.

Na prática, as organizações usam uma combinação de abordagem e ferramentas para projetar e desenvolver seus produtos. A adoção de uma abordagem padrão para integrar aspectos ambientais não é razoável. Em grandes organizações, o projeto do produto e o processo de desenvolvimento podem ter uma abordagem formalizada com um gerenciamento de marcos e lacunas, enquanto em pequenas organizações, uma ou várias pessoas, trabalhando de uma maneira informal e mais intuitiva, podem realizar o desenvolvimento do produto.

Muitos participantes diferentes podem ser envolvidos (por exemplo, designers, coordenadores, cientistas, fornecedores, profissionais de marketing e prestadores de serviço). O projeto do produto e o processo de desenvolvimento para programas de computador ou serviços podem consistir nas mesmas etapas descritas na figura abaixo. A introdução de aspectos ambientais, o quanto antes, no projeto do produto e no processo de desenvolvimento aumenta a oportunidade para designers e desenvolvedores considerarem requisitos ambientais e equilibrarem estes com outros requisitos.

As seções seguintes descrevem as ações relacionadas à integração de aspectos ambientais em cada fase do projeto do produto e do processo de desenvolvimento. As entradas e as saídas de cada fase, junto com possíveis ferramentas são também descritas, onde relevante.

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Este estágio do projeto do produto e do processo de desenvolvimento abrange o planejamento e a formulação de requisitos do produto, levando em consideração o tempo e o orçamento disponível. Este processo pode ser iniciado com a análise dos fatores externos, que influenciarão o produto planejado, por exemplo: necessidades e expectativas do cliente: análise básica da função a ser fornecida pelo produto, desempenho técnico, funcionalidade, conveniência, qualidade, preço, mudanças no comportamento do consumidor, consciência ambiental dos clientes, etc.; situação de mercado: rentabilidade, imagem da organização e de seus produtos; concorrentes: perfil de produtos que competem no mercado, incluindo critérios ambientais; requisitos ambientais: eficiência e minimização no uso de recursos, proteção da saúde humana e do meio ambiente, tendo em vista substâncias perigosas, emissões e resíduos ambientalmente relevantes; expectativas do público/mídia: consciência sobre aspectos relevantes, por parte do público em geral, imagem da organização e de seus produtos; exigências legais: o desenvolvimento atual e futuro, por exemplo, política ambiental nacional e internacional, regulamentos, legislação relativa ao retorno do produto, à responsabilidade do produtor, ao gerenciamento de resíduos, etc.; sistema do produto: o sistema no qual o futuro produto desempenhará sua função.



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