O sistema de exaustão dos veículos automotores

O sistema de exaustão de um carro tem a função de expelir os gases resultantes da queima do combustível. Esses gases precisam ser rapidamente eliminados, cedendo espaço a nova mistura ar-combustível a ser admitida no motor. Para tanto, o sistema de escapamento deve orientar o fluxo dos gases facilitando sua saída. Sua eficiência é determinada pelo formato e disposição, estando intimamente relacionado às características de cada motor. Conheça os requisitos de manutenção, inspeção, reparação e/ou substituição em sistema de exaustão de veículos rodoviários automotores.

exaustão2Da Redação –

Responsável por dispersar os gases da queima do motor, o sistema de exaustão é muito importante para o funcionamento do carro e também para a qualidade do ar que se respira. Em casos de furo ou quebra em algum de seus componentes, além de aumentar o barulho emitido pelo veículo, o consumo de combustível pode piorar e o desempenho do motor cair. Por isso, a importância de manter sempre o sistema de escapamento em bom estado.

Algumas proprietários de veículos retiram o catalisador para beneficiar o motor. Isto representa um pensamento distorcido, já que a restrição causada pelo catalisador está prevista em projeto e, portanto, sua remoção em nada trará benefícios para o desempenho do veículo.

Mas, se o sistema de escape fosse constituído por um único tubo reto, saindo diretamente do motor para a traseira do veículo, isso não facilitaria a saída dos gases? A resposta é simples: o escapamento é a última coisa a ser instalada por baixo do veículo. Sendo assim, deve desviar das peças montadas anteriormente, por isso, seu formato tortuoso.

Alterar essa disposição ocasiona perda de velocidade na saída dos gases, prejudicando o rendimento do motor. Além do que, para facilitar a montagem e substituição, o sistema de exaustão é composto por vários componentes como coletor, intermediário, silencioso e ponteira, que unidos, formam o sistema de escapamento.

Embora não seja o mais lembrado na hora de comprar um carro, é muito importante tanto para o bom funcionamento do veículo quanto para a preservação do meio-ambiente. Ele é composto por três peças principais, conectadas pelos tubos de escape, dispostas entre o motor e as ponteiras do veículo.

A primeira parte do sistema é o coletor. Ele é ligado diretamente ao motor do carro e, para suportar as altas temperaturas às quais é submetido, é produzido em ferro fundido ou aço inox. A peça consiste em tubos com a função de coletar as substâncias produzidas durante a queima de combustível e direcioná-las para o sistema exaustor.

Grande parte dos carros já possui o catalisador agregado ao coletor. É nessa peça onde ocorre a reação química com os gases para deixá-los menos poluentes. Ao passar pelo catalisador, os gases atravessam o miolo de cerâmica, reagindo com os metais nobres existentes. E assim, são liberados vapor d’água (H2O), dióxido de carbono (CO2) e nitrogênio (N2) no final do processo.

O silencioso intermediário é a próxima etapa. Ele é constituído por um conjunto de tubos com furos e câmeras que funcionam como uma caixa de ressonância. O objetivo é diminuir o ruído produzido pelo motor. Assim, refletem as ondas de som de alta frequência para que se anulem parcialmente.

Finalmente, a diminuição do ruído é garantida pelo silencioso traseiro localizado no final do sistema de exaustão, antes da ponteira. Ele é responsável por captar os ruídos mais agudos a partir de uma estrutura formada por algumas divisões, como uma espécie de labirinto por defletores. Quando os gases transitam de uma divisão para outra, tanto o ruído quanto as vibrações diminuem devido ao choque com as paredes da peça.

Após todo esse processo, os gases estão prontos para serem lançados na atmosfera pelas ponteiras do modo menos prejudicial possível. Por isso, é importante a manutenção do sistema exaustor somados ao uso de peças de qualidade.

A NBR 14781 de 08/2017 – Veículos rodoviários automotores — Sistema de exaustão — Manutenção, inspeção, reparação e/ou substituição estabelece os requisitos de manutenção, inspeção, reparação e/ou substituição em sistema de exaustão de veículos rodoviários automotores. Um sistema de exaustão pode ser definido como um conjunto de componentes compreendendo o coletor de exaustão, conversor catalítico primário, tubo de motor (primário), conversor catalítico secundário, silencioso intermediário, tubo (intermediário), silencioso traseiro e suporte.

Para a sua inspeção visual, deve-se verificar a integridade do conjunto e seus componentes, buscando alterações visualmente perceptíveis no sistema de exaustão, como estado avançado de deterioração (oxidado), componentes soltos ou ausentes (interno/externo), furos causados por oxidação (exceto furos de projetos) e ressecamento de componentes flexíveis, como coxins e borrachas.

Com o motor em funcionamento e o veículo suspenso em um elevador automotivo, verificar a existência de vazamento dos gases de escapamento desde o coletor até o silencioso traseiro. Não podem existir alterações visuais provocadas por vazamentos dos gases nas emendas e junções. Para verificação de vazamentos, não pode ser obstruída a saída dos gases de escapamento.

Para o diagnóstico do conversor catalítico, com o catalisador na temperatura normal de trabalho, verificar a temperatura no cone de entrada e a temperatura no cone de saída, conforme pontos indicados. A temperatura de saída (ts) menos a temperatura de entrada (te) deve ser superior a 10 °C, conforme a figura abaixo.

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Para substituição e/ou fixação de componentes, utilizar ferramenta e/ou equipamento para aplicar os torques especificados pelos fabricantes. Para aplicação de componentes de uso universal (catalisador e junta flexível), a operação de solda deve ser realizada com o sistema de exaustão fora do veículo. Não é permitido o uso de solda em qualquer outro componente. É permitido o uso de massa vedante externamente ao tubo, em quantidade que não ocorra o transbordo para dentro do sistema de exaustão.

Em resumo, o sistema de exaustão é a parte responsável por conduzir e tratar os gases tóxicos liberados pelo motor, além de diminuir o ruído do veículo. Embora não seja o mais lembrado na hora de comprar um carro, é muito importante tanto para o bom funcionamento do veículo quanto para a preservação do meio-ambiente. Ele é composto por três peças principais, conectadas pelos tubos de escape, dispostas entre o motor e as ponteiras do veículo.

A primeira parte do sistema é o coletor. Ele é ligado diretamente ao motor do carro e, para suportar as altas temperaturas às quais é submetido, é produzido em ferro fundido ou aço inox. A peça consiste em tubos com a função de coletar as substâncias produzidas durante a queima de combustível e direcioná-las para o sistema exaustor.

Grande parte dos carros já possui o catalisador agregado ao coletor. É nessa peça onde ocorre a reação química com os gases para deixá-los menos nocivos. Ao passar pelo catalisador, os gases atravessam o miolo de cerâmica, reagindo com os metais nobres existentes. E assim, são liberados vapor d’água (H2O), dióxido de carbono (CO2) e nitrogênio (N2) no final do processo.

O silencioso intermediário é a próxima etapa. Ele é constituído por um conjunto de tubos com furos e câmeras que funcionam como uma caixa de ressonância. O objetivo é diminuir o ruído produzido pelo motor. Assim, refletem as ondas de som de alta frequência para que se anulem parcialmente.

Finalmente, a diminuição do ruído é garantida pelo silencioso traseiro localizado no final do sistema de exaustão, antes da ponteira. Ele é responsável por captar os ruídos mais agudos a partir de uma estrutura formada por algumas divisões, como uma espécie de labirinto por defletores. Quando os gases transitam de uma divisão para outra, tanto o ruído quanto as vibrações diminuem devido ao choque com as paredes da peça.

O sistema de exaustão de um carro é o principal responsável pela remoção dos gases provenientes do motor que foram gerados no momento da combustão. Ele assume uma importância extraordinária no funcionamento de um motor automóvel, na medida em que expele os gases resultantes do queimar do combustível. A eliminação destes gases deve ser efetuada rapidamente para que o motor tenha espaço para admitir uma nova mistura de ar – combustível. Todos os sistemas de exaustão têm um conversor catalítico que ajuda a suprimir os gases e a limpar outras peças automóveis.

O de saída única é composto por um tipo de tubo de escape mais comum é o de saída única e pode ser encontrado na maioria dos carros e carrinhas que são comercializadas nos stands automóveis. Como o próprio nome indica, este tubo de escape tem apenas uma saída para os gases provenientes do motor e é o mais barato de construir e de instalar. No entanto, isso não quer dizer que ele seja necessariamente o mais eficiente, apesar de ser bastante econômico. O tubo de escape de saída única fica invariavelmente na traseira do veículo e encontra-se, na maioria das vezes, do lado do condutor.

O sistema de exaustão de saída dupla traseira é constituído por tubos de escape de saída dupla traseira encontram-se, maioritariamente, no segmento dos carros desportivos e são muito apreciados pelos automobilistas que querem que os seus veículos tenham um aspeto e um roncar mais agressivo e radical. A sua utilização faz com que um automóvel emita um som mais robusto, soando como se tivesse um motor de enorme potência.

Existem dois tubos de escape localizados no para-choques traseiro do carro e a remoção de gases que fazem é muito mais eficaz do que aquela que é feita por um tubo de escape de saída única. É de realçar que, ao contrário de outros sistemas, os tubos de escape não se dobram à volta das rodas.

O de saída dupla oposta tem um tubo de escape de saída dupla traseira não curva, ao passo que o sistema de escape de saída dupla oposta funciona de uma forma diferente. Eles contornam a roda e utilizam a possibilidade de curvar para acrescentar um processo de filtragem.

Este tipo de sistema é muito fácil de ser encontrado nos veículos que habitualmente rebocam cargas de grande porte. O tubo de escape de saída dupla oposta é uma variante do sistema de escape de saída dupla traseira e são mais eficazes em determinadas circunstâncias de condução.

O de saída de escape dupla lateral possui dois tubos de escape que se encontram ao lado um do outro na lateral de um automóvel. Ao estarem os dois tubos de escape juntos, a eliminação dos gases é mais eficiente e isso faz com que o motor tenha um melhor funcionamento.

Normalmente, os tubos de escape são menores do que aqueles que são utilizados no escape simples, para que o som seja mais agressivo e profundo. Este tipo de sistema parece-se com os sistemas de alta performance e oferecem muitas melhorias no desempenho de um carro na estrada.

Por fim, o sistema de exaustão de alta performance que desempenha um trabalho mais eficiente na filtragem e eliminação de gases, mas são mais dispendiosos que os demais. Na maior parte dos casos, este sistema oferece a todos os automóveis uma maior eficiência e uma performance exclusiva no asfalto.

Um tubo de escape maior pode reduzir a pressão que, por sua vez, tem o efeito de aumentar o desempenho do motor. No entanto, poucas pessoas investem na colocação de sistemas de exaustão de alta performance, pois a sua instalação obriga à realização de mudanças no bloco. A maioria dos automobilistas prefere os sistemas que apresentam um bom aspecto e têm um som ainda melhor.

Enfim, as avaliações periódicas ajudam a assegurar o correto funcionamento do sistema de exaustão, evitando problemas. Durante a revisão, deve-se checar o as condições de todos os componentes para avaliar a necessidade da troca do sistema ou apenas parte dele.

Na verdade, com o tempo, é natural que essas peças se deteriorem e tenham de ser trocadas. A principal causa é a oxidação provocada pela água liberada no processo de combustão. Igualmente, o uso de combustível de má qualidade acentua a corrosão, por conter maior quantidade de água misturada.

Às vezes, a chapa do escapamento ainda está boa, mas o miolo apodrece. A durabilidade média de um sistema original, em que as peças são de aço inoxidável, varia de cinco a dez anos. Na hora da troca, o mais comum é recorrer a peças galvanizadas, que são mais baratas e duram de dois a três anos.



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