Publicado em 15 Sep 2020

O desempenho da tubulação em polietileno para líquidos inflamáveis

Redação

Dentre os principais materiais plásticos utilizados em tubulações está o polietileno de alta densidade (PEAD) que possui resistência aos ácidos minerais, aos álcalis e aos sais, elevada resistência ao impacto, imune à corrosão galvânica e química, impermeável e atóxico. Dentre os materiais plásticos apenas o PEAD e PP são considerados materiais poliolefínicos, visto que só há hidrogênio e carbono em suas moléculas. O hidrocarboneto etileno (C2H4 ) é um gás à temperatura e pressão ambientes. O gás etileno ao reagir sob condições apropriadas, se transformará em polietileno, o qual é um material polimérico sólido. Esse processo se inicia quando um centro ativo é formado pela reação entre um iniciador ou catalisador e o monômero etileno. Com isso, a cadeia do polímero se forma pela adição sequencial de unidades monoméricas a esse centro ativo, para o crescimento da cadeia. O resultado final, portanto, após a adição de muitas unidades monoméricas de etileno, é a molécula de polietileno. Deve-se entender os requisitos de desempenho da tubulação não metálica, fabricada em PEAD, aplicada às instalações subterrâneas de transferência de combustível líquido, seus vapores e ARLA 32, em sistemas de armazenamento subterrâneo de combustíveis (SASC) e em sistemas de armazenamento aéreo de combustíveis (SAAC).

Da Redação – 

O polietileno de alta densidade é primariamente um polímero linear, nos quais as unidades repetidas estão unidas entre si pelas suas extremidades em uma única cadeia. Contudo, nos polímeros lineares podem existir grandes quantidades de ligações de Van der Walls e de hidrogênio entre as cadeias. A resposta de um polímero à aplicação de forças mecânicas em temperaturas elevadas está relacionada à sua estrutura molecular dominante. Na verdade, um esquema de classificação para esses materiais é feito de acordo com o seu comportamento frente à elevação da temperatura.

Na verdade, os polímeros podem ser classificados em dois grupos: os termoplásticos e os termofixos. Os termoplásticos amolecem, e eventualmente se liquefazem, quando são aquecidos e endurecem quando resfriados. Estes processos são totalmente reversíveis e podem ser repetidos. São exemplos de polímeros termoplásticos o polietileno (PE), polipropileno (PP) e o cloreto de polivinila (PVC).

Já os termofixos são polímeros em rede que se tornam permanentemente duros durante a sua formação e não amolecem com um aquecimento subsequente. Todavia, os polímeros termofixos são, em geral, mais duros e resistentes do que os termoplásticos e possuem melhor estabilidade dimensional. Em relação às características, o PE é um material muito leve, capaz de flutuar na água, e de baixa resistência mecânica, tendo, no entanto, boa resistência ao impacto.

Distinguem-se três g...

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